Cafeína e Exercício Físico


POR Dra. Eloísa Gabriela Penteado

Nutricionista em Ariquemes-RO




Muitos atletas ou desportistas algumas vezes, recorrem a substâncias e/

ou suplementos para melhorar seu desempenho físico e uma das mais usadas é a cafeína.

Se bem utilizada pode trazer muitos benefícios, mas o seu uso indiscriminado

pode trazer prejuízos ao organismo. Conheça os benefícios e prejuízos do uso

contínuo da cafeína como estimulante para a atividade física:


BENEFÍCIOS: A cafeína ajuda a diminuir a fadiga física e muscular, o cansaço;

estimula o sistema nervoso central, aumentando a utilização e queima de gordura corporal.


PREJUÍZOS: A cafeína pode causar efeitos colaterais em pessoas mais sensíveis,

que são: insônia, dor de cabeça, irritação no estômago e intestino e efeito diurético.

Em doses muito elevadas, pode causar desidratação, diarréia, tremores e prejuízos

na coordenação motora.

Alguns estudos comprovaram que a cafeína possui um efeito benéfico por

ser capaz de aumentar o tempo de exercício, pico da potência, capacidade de

executar exercícios de explosão muscular. Essa ação positiva que a cafeína causa

na potência principalmente nos membros inferiores é importante, afinal favorece

um atleta no final de uma partida ou mesmo o desportista para a realização final do treino.

Como pico de ação da cafeína se dá 1 hora após sua ingestão, o ideal é que

ela seja ingerida de 50 a 60 minutos antes do exercício, e as doses podem variar de

1 a 5mg por quilo de peso, levando-se em conta o sexo e atividade física praticada.

O ideal é começar com uma dose pequena e aumentar aos poucos. Além disso o

uso da cafeína possuí contra indicação, como: hipertensos; pessoas com algum

distúrbio cardíaco; pessoas ansiosas; pessoa com caso crônico de insônia; indivíduo

com úlcera ou gastrite; e se tiver anemia crônica ou pré-disposição para ela, pois a

cafeína diminui absorção de ferro, agravando o quadro da anemia.

O uso da cafeína sempre deve ser orientado, por isso sempre procure um

nutricionista, pois este profissional é habilitado para fazer esta recomendação.
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O que é BIOIMPEDÂNCIA


POR Dra. Fabiana Neumann - Nutricionista RS

Avaliação da composição corporal - Bioimpedância

O cuidado adequado com o corpo não exige apenas o controle do peso e o conhecimento
acerca do índice de massa corporal (IMC), mas sim uma série de fatores que influenciam na
composição corporal. O peso ideal proporciona saúde, bem estar, equilíbrio, energia, e vitalidade para que possamos superar os desafios do dia a dia. Para a busca do peso ideal que é um dos objetivos da grande maioria das pessoas, uma das ferramentas é a composição corporal.

A distribuição e a mensuração da gordura está associada à muitas doenças, incluindo as
doenças cardiovasculares, obesidade e diabetes mellitus, portanto, conhecer estas informações se torna importante para compreender o metabolismo e identificar os riscos à saúde. A análise da composição corporal por bioimpedância analisa o percentual de gordura corporal total, de massa magra, e água, além de informar o peso ideal de acordo com a sua composição corporal.

O exame está indicado para monitorar a composição corporal em programas de emagrecimento, preparação e condicionamento físico, pré e pós operatório de cirurgia bariátrica, tratamento e evolução de pacientes de baixo peso, avaliação nutricional, avaliação de retenção de água corporal total, além doenças que evoluem com a mudança na composição corporal.

Para a realização do exame existem algumas recomendações tais como: estar em jejum por pelo menos 2 horas, suspender medicamentos diuréticos 24 horas antes do exame, evitar atividade física intensa, não consumir bebida alcoólica, cafeinados, ou ainda fumar em excesso no dia do exame. Não existe contra indicação para a realização do exame, exceto para gestantes e usuários de marca passo. A American College of Sports Medicine, considera ideais os seguintes percentuais de gordura corporal por faixa etária:

18 a 29 anos – 14% Homens e 19% Mulheres

30 a 39 anos – 16% Homens e 21% Mulheres

40 a 49 anos – 17% Homens e 22% Mulheres

50 a 59 anos – 18% Homens e 23% Mulheres

Acima de 60 anos: 21% Homens e 26% Mulheres

E então! Como será que está sua composição corporal?

Fica a dica. Abraço da nutri.
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Você sabe o que é o selênio?



O selênio (Se) é um mineral essencial a muitos processos corporais e é encontrado no
solo. É essencial para a saúde e necessário para o crescimento normal, fertilidade e
prevenção de uma grande variedade de doenças. É um nutriente intimamente relacionado
às complexas funções enzimáticas e metabólicas. No corpo humano, ele está presente em
quase todas as células, sendo mais abundante, contudo, nos rins, fígado, baço, pâncreas e
testículos. O Se é um microelemento indispensável da dieta de animais e está envolvido no
sistema antioxidante do organismo através da enzima glutationa peroxidase, enzima que
cataliza a quebra de hidroperóxidos .

Em 1989 o "Food and Nutrition Board of the National Research Council" estabeleceu as
recomendações de ingestão diária para selênio, para homens foi estabelecida em 70 mg /
dia e para mulheres em 55 µg / dia. A RDA para o selênio não foi estabelecida ainda.

Ainda não há um consenso sobre a quantidade ideal de selênio. Alguns autores estimam
que o consumo ideal fosse de 250-300µg/dia, mas a dieta habitual contém apenas 35-
60µg/dia. O consumo adequado de selênio é necessário para se alcançar uma ótima
saúde e expectativa completa de vida. Sendo assim, a RDA para selênio (definida em 2000
pelo Food and Nutrition Board) é de 55 a 70µg/dia para homens, mulheres e adolescentes
(de 14 a 18 anos de idade).

Outras pesquisas mostram que a recomendação para o consumo de selênio é de no
máximo 55 μg. Já a Academia Nacional de Ciências do EUA recomenda uma ingestão diária
de 50 a 200 mcg/dia, ou seja, pelo menos 1 µg/kg de peso corporal. O papel preventivo ou
curativo do selênio na senescência cutânea permanece hipotético. Sabe-se que ele previne
certos danos celulares epidérmicos fotoinduzidos e que alguns autores recomendam uma
suplementação na ordem de 100 µg/dia e de 200 µg/dia, em caso de antecedente de
carcinoma cutâneo.

A deficiência de selênio ocorre quando a ingestão diária desse mineral é menor ou igual
a 11µg/dia. No entanto, em vista da ampla variedade de alimentos contendo selênio, sua
deficiência é rara em todo o mundo. A deficiência de selênio leva anos para se desenvolver
quando a ingestão alimentar é adequada.

Mesmo rara a deficiência de selênio, alguns grupos são mais vulneráveis, sendo eles:
indivíduos submetidos à nutrição parenteral total (sem suplementação de selênio),
enfermos de doenças crônicas não transmissíveis, enfermos do trato gastrointestinal,
fumantes, idosos, gestantes e lactantes, crianças de 2 a 10 anos e adolescentes do
sexo feminino, populações que habitam áreas com solo pobre em selênio e áreas
antropogênicas ou naturalmente contaminadas por mercúrio.

A deficiência de selênio foi inicialmente relatada em pacientes desnutridos submetidos a
nutrição parenteral a longo prazo. A suplementação resultou em melhora nos níveis de
selênio, atividade plaquetária de GSH-Px e melhora dos sintomas clínicos.

As ingestões deficientes em selênio também podem contribuir para a carcinogênese. Os
pacientes com alguns cânceres mostraram ter baixos níveis séricos de selênio, apesar dos
mecanismos subjacentes para esta correlação não terem sido estabelecidos. Uma possível
explicação está na possibilidade de falha na GSH-Px em varrer radicais livres de forma
eficiente nas células em divisão. Além disso, os pacientes com cirrose possuem baixas
concentrações plasmáticas de selênio, o que pode predispô-los ao câncer.

Os indicadores de toxicidade de selênio e o nível de ingestão dietética no qual a toxicidade
ocorre foram relatados apenas na China. Os sintomas de toxicidade, conhecidos como
selenose, incluem alterações cutâneas e das unhas, cárie dental e anormalidades
neurológicas.

Estudos comprovam que o uso oral do selênio previne lesões ao DNA causadas pela
radiação ultravioleta; diminui o processo inflamatório na pele, agindo sobre a interceucina-
II; e reduz a apoptose celular, aumentando a capacidade antioxidante celular.

O homem obtém selênio por meio de alimentos, suplementos, água e ar. Porém, a
principal fonte é a alimentação. Não foram publicadas tabelas completas do teor de
selênio dos alimentos. A concentração de selênio nos alimentos depende do teor deste
mineral no solo e na água onde foram cultivados, como por exemplo o conteúdo de
selênio nos grãos. As melhoras nas técnicas analíticas resultaram em alterações feitas em
muitos dados previamente publicados do teor de selênio dos alimentos durante as últimas
décadas .

Inúmeras pesquisas mostram que a concentração de selênio nos alimentos pode
apresentar grande variação, dependendo dos teores presentes no solo. Em função da
importância do selênio, é necessário conhecer a composição nutritiva dos alimentos,
de forma a garantir um consumo adequado desse elemento por parte da população.
Contudo, as mais completas tabelas de composição química de alimentos editadas no
Brasil não contêm dados sobre teores de selênio, ou os dados, além de compilados a partir
de estudos realizados em outros países, restringem-se a poucos alimentos.

A principal fonte de selênio é a castanha-do-pará, ela contém cerca de 325 µg, podendo
ser ingerido até 500 µg diários, mas sendo tóxico a partir de 2000 µg. Há outras fontes
alimentares como, frutos do mar (peixes e crustáceos), rins, fígado, carne vermelha, aves,
nozes, alho, tomate, milho, soja, lentilha .

É valido lembrar que embora nem sempre todos os nutrientes consigam ser ofertados
e ou biodisponibilizados pela alimentação a reeducação alimentar deve ser prioridade
e a suplementação uma alternativa de suprir as carências. O alimento dispõe de um
sinergismo nutricional, o qual otimiza a atuação dos nutrientes nele presente. Alem
disso, muitas vezes ao introduzirmos um alimento com o objetivo de ofertar determinado
nutriente, também se altera um hábito alimentar não favorável aquela condição.

Chemin SMSS, Mura JDP. Tratado de Alimentação, Nutrição e Dietoterapia - 1ª edição . São Paulo: Editora Roca, 2007.
Cozzolino SMF. Bidisponibilidade de Nutrientes. 2ª edição. São Paulo: Editora Manole, 2005
Renata Schneider Viaro RS, Viaro MS, Fleck J. Importância bioquímica do selênio para o organismo humano. Ciên. Biol.
e da Saúde 2001; 2 (1): 17-21.
Mahan LK, Escott-Stump S. Krause: Alimentos, Nutrição e Dietoterapia. 11ª edição. São Paulo: Editora Roca, 2005.

Volp ACP et al. Efeitos antioxidantes do selênio e seu elo com a inflamação e síndrome metabólica - Rev. Nutr 2010;

NRC. 1989. Food and Nutrition Board. National Research Council, Recommended Dietary Allowances. 10.ed., National

Academy Press, Washington, D. C.

Brody T. 1999. Nutritional Biochemistry. 2.ed. San Diego: Academic Press.

Wolinsky I, Hickson JF. Nutrição no Exercício e no Esporte. 2.ed. - São Paulo: Roca, 1996.

Douglas CR. Tratado de Fisiologia Aplicada a Nutrição. 1ª edição. Editora Robe, 2002.
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Dieta do Chef – Alta Gastronomia de Baixa Caloria

Este livro é ideal para aqueles que buscam pratos sofisticados, porém leves e muito saborosos. 

O autor Roland Villard é um chef de cozinha que gosta de se atentar aos pequenos detalhes, buscando a melhor maneira de agradar aos clientes. Seu livro se torna ainda mais interessante quando Roland propõe menus de baixa caloria, ideia que ele desenvolveu quando precisou fazer regime e perder 30 Kg. 

Ter de fazer dieta e ainda criar pratos requintados parece um desafio, mas a prova é “Dieta do Chef – Alta Gastronomia de Baixa Caloria”, mostrando que dá para fazer pratos leves sem perder a beleza e sabor. O único diferencial é que o chef passou a preparar os pratos de forma mais saudável, através da redução de gordura e substituição de ingredientes. Simples e eficiente. Como o próprio Roland testou e, em alguns meses estava 30 quilos mais magro, seus pratos entraram para uma parte especial do cardápio no restaurante em que atende. 

E se mão fosse pela palavra “Dieta” no título, poucos perceberiam a diferença: o chef surpreende em suas receitas não só em pratos salgados, mas em sobremesas de encher os olhos e que não pesam na balança. Ficou curioso(a)? Parece incrível uma dieta sem perder um ótimo aroma e sabor. 

Mas é isso que Roland quer oferecer. Você pode saber mais e adquirir o livro na Livrarias Florence (link: http://www.livrariaflorence.com.br) para testar e aprovar também!
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Mensagem para as mamães.


Feliz dia das mães!

São os votos de toda Equipe do Dicas de Nutrição

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Você sabe o que é o selênio?




O selênio (Se) é um mineral essencial a muitos processos corporais e é encontrado no
solo. É essencial para a saúde e necessário para o crescimento normal, fertilidade e
prevenção de uma grande variedade de doenças. É um nutriente intimamente relacionado
às complexas funções enzimáticas e metabólicas. No corpo humano, ele está presente em
quase todas as células, sendo mais abundante, contudo, nos rins, fígado, baço, pâncreas e
testículos. O Se é um microelemento indispensável da dieta de animais e está envolvido no
sistema antioxidante do organismo através da enzima glutationa peroxidase, enzima que
cataliza a quebra de hidroperóxidos .

Em 1989 o "Food and Nutrition Board of the National Research Council" estabeleceu as
recomendações de ingestão diária para selênio, para homens foi estabelecida em 70 mg /
dia e para mulheres em 55 µg / dia. A RDA para o selênio não foi estabelecida ainda.

Ainda não há um consenso sobre a quantidade ideal de selênio. Alguns autores estimam
que o consumo ideal fosse de 250-300µg/dia, mas a dieta habitual contém apenas 35-
60µg/dia. O consumo adequado de selênio é necessário para se alcançar uma ótima
saúde e expectativa completa de vida. Sendo assim, a RDA para selênio (definida em 2000
pelo Food and Nutrition Board) é de 55 a 70µg/dia para homens, mulheres e adolescentes
(de 14 a 18 anos de idade).

Outras pesquisas mostram que a recomendação para o consumo de selênio é de no
máximo 55 μg. Já a Academia Nacional de Ciências do EUA recomenda uma ingestão diária
de 50 a 200 mcg/dia, ou seja, pelo menos 1 µg/kg de peso corporal. O papel preventivo ou
curativo do selênio na senescência cutânea permanece hipotético. Sabe-se que ele previne
certos danos celulares epidérmicos fotoinduzidos e que alguns autores recomendam uma
suplementação na ordem de 100 µg/dia e de 200 µg/dia, em caso de antecedente de
carcinoma cutâneo.

A deficiência de selênio ocorre quando a ingestão diária desse mineral é menor ou igual
a 11µg/dia. No entanto, em vista da ampla variedade de alimentos contendo selênio, sua
deficiência é rara em todo o mundo. A deficiência de selênio leva anos para se desenvolver
quando a ingestão alimentar é adequada.

Mesmo rara a deficiência de selênio, alguns grupos são mais vulneráveis, sendo eles:
indivíduos submetidos à nutrição parenteral total (sem suplementação de selênio),
enfermos de doenças crônicas não transmissíveis, enfermos do trato gastrointestinal,
fumantes, idosos, gestantes e lactantes, crianças de 2 a 10 anos e adolescentes do
sexo feminino, populações que habitam áreas com solo pobre em selênio e áreas
antropogênicas ou naturalmente contaminadas por mercúrio.

A deficiência de selênio foi inicialmente relatada em pacientes desnutridos submetidos a
nutrição parenteral a longo prazo. A suplementação resultou em melhora nos níveis de
selênio, atividade plaquetária de GSH-Px e melhora dos sintomas clínicos.

As ingestões deficientes em selênio também podem contribuir para a carcinogênese. Os
pacientes com alguns cânceres mostraram ter baixos níveis séricos de selênio, apesar dos
mecanismos subjacentes para esta correlação não terem sido estabelecidos. Uma possível
explicação está na possibilidade de falha na GSH-Px em varrer radicais livres de forma
eficiente nas células em divisão. Além disso, os pacientes com cirrose possuem baixas
concentrações plasmáticas de selênio, o que pode predispô-los ao câncer.

Os indicadores de toxicidade de selênio e o nível de ingestão dietética no qual a toxicidade
ocorre foram relatados apenas na China. Os sintomas de toxicidade, conhecidos como
selenose, incluem alterações cutâneas e das unhas, cárie dental e anormalidades
neurológicas.

Estudos comprovam que o uso oral do selênio previne lesões ao DNA causadas pela
radiação ultravioleta; diminui o processo inflamatório na pele, agindo sobre a interceucina-
II; e reduz a apoptose celular, aumentando a capacidade antioxidante celular.

O homem obtém selênio por meio de alimentos, suplementos, água e ar. Porém, a
principal fonte é a alimentação. Não foram publicadas tabelas completas do teor de
selênio dos alimentos. A concentração de selênio nos alimentos depende do teor deste
mineral no solo e na água onde foram cultivados, como por exemplo o conteúdo de
selênio nos grãos. As melhoras nas técnicas analíticas resultaram em alterações feitas em
muitos dados previamente publicados do teor de selênio dos alimentos durante as últimas
décadas .

Inúmeras pesquisas mostram que a concentração de selênio nos alimentos pode
apresentar grande variação, dependendo dos teores presentes no solo. Em função da
importância do selênio, é necessário conhecer a composição nutritiva dos alimentos,
de forma a garantir um consumo adequado desse elemento por parte da população.
Contudo, as mais completas tabelas de composição química de alimentos editadas no
Brasil não contêm dados sobre teores de selênio, ou os dados, além de compilados a partir
de estudos realizados em outros países, restringem-se a poucos alimentos.

A principal fonte de selênio é a castanha-do-pará, ela contém cerca de 325 µg, podendo
ser ingerido até 500 µg diários, mas sendo tóxico a partir de 2000 µg. Há outras fontes
alimentares como, frutos do mar (peixes e crustáceos), rins, fígado, carne vermelha, aves,
nozes, alho, tomate, milho, soja, lentilha .

É valido lembrar que embora nem sempre todos os nutrientes consigam ser ofertados
e ou biodisponibilizados pela alimentação a reeducação alimentar deve ser prioridade
e a suplementação uma alternativa de suprir as carências. O alimento dispõe de um
sinergismo nutricional, o qual otimiza a atuação dos nutrientes nele presente. Alem
disso, muitas vezes ao introduzirmos um alimento com o objetivo de ofertar determinado
nutriente, também se altera um hábito alimentar não favorável aquela condição.

Chemin SMSS, Mura JDP. Tratado de Alimentação, Nutrição e Dietoterapia - 1ª edição . São Paulo: Editora Roca, 2007.
Cozzolino SMF. Bidisponibilidade de Nutrientes. 2ª edição. São Paulo: Editora Manole, 2005
Renata Schneider Viaro RS, Viaro MS, Fleck J. Importância bioquímica do selênio para o organismo humano. Ciên. Biol.
e da Saúde 2001; 2 (1): 17-21.
Mahan LK, Escott-Stump S. Krause: Alimentos, Nutrição e Dietoterapia. 11ª edição. São Paulo: Editora Roca, 2005.

Volp ACP et al. Efeitos antioxidantes do selênio e seu elo com a inflamação e síndrome metabólica - Rev. Nutr 2010;

NRC. 1989. Food and Nutrition Board. National Research Council, Recommended Dietary Allowances. 10.ed., National

Brody T. 1999. Nutritional Biochemistry. 2.ed. San Diego: Academic Press.

Wolinsky I, Hickson JF. Nutrição no Exercício e no Esporte. 2.ed. - São Paulo: Roca, 1996.

Douglas CR. Tratado de Fisiologia Aplicada a Nutrição. 1ª edição. Editora Robe, 2002.
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Depois da Cirurgia Bariátrica

por Dra. Fabiana Neumann - Nutricionista RS


A cirurgia bariátrica ou cirurgia de redução do estômago é considerada por muitos obesos, a solução dos seus problemas. É verdade que logo após a cirurgia a perda de peso é bastante rápida e gradual. Ao longo de 1 ano a 1 ano e meio, o obeso reduz em média, 40% dos seu peso. Depois desse período há uma estabilização do peso e alguns pacientes podem até ganhar 10% desse peso perdido, o que é considerado normal. Aproximadamente 10 a 15% dos pacientes, depois de alguns anos, recupera todo o peso perdido na cirurgia, retornando ao peso inicial. Muitos desses pacientes também apresentam carências nutricionais e sérios problemas de saúde relacionados à má nutrição. Entre as principais causas desses problemas, podemos considerar: - A não mudança de hábitos alimentares. O paciente depois da cirurgia, apesar de comer em menor quantidade por ingestão, continua escolhendo alimentos bastante calóricos como: refrigerantes, biscoitos, pães, doces, sorvetes, chocolates e frituras, principalmente quando não têm “síndrome de dumping"; - O aumento no consumo de bebidas alcoólicas. Muitos pacientes podem substituir a compulsão por comida pela compulsão por bebidas alcoólicas. Ou ainda, devido ao emagrecimento há uma maior motivação e disposição para sair, frequentar bares e com isso pode haver o aumento do consumo de álcool; - A falta de exercícios físicos. A prática regular de atividade física é importantíssima no processo de eliminação de peso depois da cirurgia, assim como no processo de manutenção do peso; - O hábito de "beliscar" durante o dia. Pelo volume do estômago ser menor, a pessoa passa a se alimentar de maneira mais fracionada e pode começar a beliscar demais alimentos durante o dia todo, e muitas vezes alimentos muito calóricos; - O aparecimento de transtornos alimentares. Depois da cirurgia alguns pacientes acabam desenvolvendo depressão, compulsão alimentar, ansiedade e isso favorece o aumento de peso; - O abandono do acompanhamento pós-cirurgia. O acompanhamento também em longo prazo, não só no pós-operatório imediato, com nutricionistas, psicólogos e médicos é essencial para que os resultados sejam alcançados e mantidos por toda a vida. Assim como em pessoas que eliminaram peso com dietas, pacientes submetidos a cirurgia bariátrica também devem adotar hábitos alimentares e de vida saudáveis para sempre. Fica a dica! Abraço da nutri.


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Receita Bolo Integral de Cacau



Ingredientes:

2 xícaras de chá de açúcar mascavo

180g de manteiga em temperatura ambiente

3 ovos

1 e ½ colher de chá de essência de baunilha

2 xícaras de chá de farinha de trigo integral

1 xícara de chá de farinha de trigo branca

250ml de leite (de preferência desnatado)

2 e ½ colheres de sopa de cacau em pó

2 colheres de sopa de fermento em pó

7 castanhas do Pará picadas

7 metades de nozes picadas

2 colheres de sopa de gergelim sem casca

Preparo: Peneire o açúcar mascavo e misture com a manteiga, mexendo bem até formar uma mistura homogênea. Acrescente os ovos e a baunilha, misturando bem (com uma colher ou na batedeira). Adicione as farinhas e misture bem. Despeje o leite aos poucos. Peneire o cacau em pó e adicione à mistura mexendo bem. Acrescente o fermento em pó. Por fim, coloque as castanhas e nozes. Unte uma forma e despeje a massa. Polvilhe o gergelim e leve ao forno pré- aquecido a 180 graus por 45 minutos.

Dra Heloiza Muniz

heloizanutri@yahoo.com.br

www.heloizamuniznutri.blogspot.com

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Torta de frutas vermelhas com crosta de aveia e canela




Ingredientes:

2 col sopa de óleo de canola

Óleo de canola para untar a assadeira

2/3 de xíc de aveia em flocos

1 col chá de canela em pó

½ xíc de farinha de trigo integral

1 col sopa de açúcar mascavo

¼ de col chá de bicarbonato de sódio

3 col sopa de iogurte natural desnatado

4 copos de frutas vermelhas misturadas (morango, amora, mirtilo, framboesa)

¼ xíc de todas as frutas esmagadas

½ col chá de extrato de baunilha

Preparo: Pré-aqueça o forno a 190 graus. Unte levemente uma assadeira com o óleo. Misture a aveia, canela, farinha, açúcar e o bicarbonato de sódio em uma tigela. Misture bem com um garfo. Acrescente o óleo, iogurte (adicione mais iogurte se a massa estiver muito dura). Abra a massa de forma que fique justa ao tamanho da assadeira, num círculo de 25 cm. Aperte a borda para que fique com 0,6cm de altura e asse por 15 minutos para que fique firme e dourada. Reserve para esfriar e transfira para um prato de torta. Enquanto isso, misture as frutas vermelhas, a pasta de frutas esmagadas e a baunilha e leve ao microondas por 10 segundos para derreter a pasta. Espalhe as frutas sobre a crosta de massa, refrigere por 30 minutos, corte em triângulos e sirva.

Rende 4 a 6 porções.



Dra Heloiza Muniz - Nutricionista CRN3 30096

E-mail: heloizanutri@yahoo.com.br

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Fatores de risco para o Diabetes tipo 2



O risco para Diabetes tipo 2 é aumentado se:

Você estiver acima do peso ideal
Tiver 45 anos de idade ou mais

Tiver familiares próximos (pai, mãe, irmão (ã)) com a doença
Você teve diabetes gestacional ou deu à luz a pelo menos um bebê pesando mais do
que 4kg
Sua pressão arterial for igual ou superior a 140/90
Os seus níveis de colesterol não forem normais
Você for totalmente sedentário
Você tiver sido diagnosticado com pré-diabetes


Sinais de alerta:

Muitas pessoas não apresentam sinais ou sintomas característicos do diabetes. Portanto,
observe atentamente a presença dos sintomas abaixo e procure atualizar seus exames:

Sede aumentada
Fome aumentada
Fadiga
Urinar frequentemente, em especial à noite
Ganho de peso
Visão embaçada
Feridas que não cicatrizam

Fonte: Comer bem para combater o diabetes – Machado, A., Ohlson, M., Dandona, P. 1ª
edição, Editora Rideel, 2006.

Dra Heloiza Muniz - Nutricionista CRN3 30096

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