Nutrição Esportiva Dieta


POR Dra Ana Cláudia Silva

A disciplina presente nos treinos deve também ser estendida para a alimentação. Muitas pessoas fazem da malhação uma desculpa: “Ah... vou comer mais um pouquinho... amanhã eu desconto na hora de malhar....”. Mas no outro dia podemos estar indispostos, pode faltar tempo pra malhar... enfim, podemos não ter a oportunidade de descontar!

Por isso a melhor opção é aliar um treino e alimentação personalizados, de acordo com horários, situação financeira e preferências.

Abaixo seguem algumas dicas:
Não faça exercícios em jejum! Seu corpo precisa da energia, principalmente dos carboidratos para evitar o consumo de proteína. Porém atente para os alimentos a serem consumidos.

Alimentos com alto índice glicêmico, pouco antes do exercício, podem contribuir para mal estar durante a malhação e até mesmo desencadear um quadro chamado de hipoglicemia de rebote.

Atenção para a hidratação! Quem realiza exercícios físicos têm uma maior perda de água pelo suor, e não pode descuidar da reposição. Lembre-se que a hidratação inadequada irá interferir no desempenho do treino. 

• Assim como qualquer pessoa, quem malha precisa de uma dieta equilibrada, composta por alimentos de todos os grupos alimentares. Pois dessa forma garantimos a ingestão de micronutrientes com grande influência sobre o desempenho.

Os suplementos alimentares, se necessários; devem ser indicados por um profissional que irá avaliar qual o melhor tipo, a quantidade recomendada e horários mais favoráveis para o consumo.

Diminuição do percentual de gordura, aumento de massa magra, melhorar o desempenho... as razões para buscar mudanças na alimentação são diversas, portanto lembre-se de procurar um profissional qualificado que irá desenvolver um plano alimentar individualizado para atender às suas expectativas e contribuir para uma melhor qualidade de vida!
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CURSO DE CERTIFICAÇÃO DA GALLO PERSONAL




CIDADES ONDE TERÁ AS TURMAS :
Curitiba/PR; Porto Alegre/RS; São Paulo/SP; Rio de Janeiro/RJ; Florianópolis/SC; Brasília/DF; Goiania/GO; Cuiabá/MT

VALOR TOTAL DO CURSO:
INSCRIÇÃO R$ 300,00 reais
Mais 12 parcelas de R$ 275,00 reais sem juros, no cheque ou no cartão de crédito.
                   
 Oito módulos com carga horária entre 20 e 40 horas, com atividades teóricas e práticas. Será um fim de semana,( sábado e domingo), por mês
Módulo l 
Fisiologia do Exercício e Biomecânica Aplicada;

Módulo lI
Suplementação e recursos ergogênicos para otimização do emagrecimento, hipertrofia e saúde;

Módulo llI 
Avaliação da Aptidão Física e Saúde e padrões de normalidade;

Módulo lV 
Prescrição e periodização do Treinamento Cardiorrespiratório;

Módulo V
Prescrição e periodização do Treinamento de Força para iniciantes, intermediário e avançado;

Módulo VI
Fisiopatologia e Mecanismos Farmacológicos;

Módulo VlI
Prescrição de treinamento para grupos especiais (Obeso, hipertenso, diabético, criança, idoso, gestante revascularizado na fase lll da reabilitação cardíaca);

Módulo VllI 
Personal Business


Certificação;
 CARGA HORÁRIA TOTAL
200 h/aula
INÍCIO DAS AULAS
Previsão: 1º semestre de 2012
DURAÇÃO DO CURSO
8 meses
HORÁRIO DAS AULAS
Um encontro MENSAL no final de semana, (sábado e domingo)
Horário: das 8hs às 19hs

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Alimentação equilibrada e flacidez


Por Dra Mariana Anselmo Ramos

No cotidiano de um consultório, muitos de nós nutricionistas deparamos com mulheres insatisfeitas com o corpo relatando estarem “gordinhas”. Porém, muitas das vezes na avaliação física através do IMC (índice de massa corporal) encontramos adequação do peso em relação a altura para essas mulheres, que ficam frustradas por se acharem fora dos
padrões.

Aí que está o grande diferencial de uma avaliação nutricional superficial e uma avaliação mais detalhada durante uma consulta. Pois, nosso corpo é formado de massa magra, gordura, água e ossos e todos esses componentes devem estar em harmonia para que o corpo esteja realmente saudável e com aparência satisfatória.


Então como podemos estar com o peso adequado à altura e ao mesmo tempo com boa aparência? O primeiro passo são as mudanças dos hábitos alimentares!Sim, esses mesmos! Pois, para mudarmos a composição do nosso corpo, não basta simplesmente perdermos peso.

No caso de uma mulher com IMC adequado (eutrofia – 18,5Kg/m a 24,9Kg/m), porém, com flacidez, deveríamos ficar de olho no colágeno. Este é sintetizado a partir dos aminoácidos (proteínas) lisina, prolina e glicina e de outros nutrientes: vitamina C, cobre, zinco, manganês e o silício. Porém, somente a ingestão de alimentos ricos nesses nutrientes não basta!

Importante evitar ao máximo as “guloseimas” no dia a dia, como os refrigerantes, os embutidos (salsichas, mortadelas, presuntos gordos), alimentos pré-prontos que contém muitos conservantes, doces em geral e claro, deixar de lado o sedentarismo, além de tomar pelo menos 2 litros de água por dia.

Algumas dicas de onde encontrarmos os nutrientes citados nos alimentos:

- Lisina, prolina e glicina: São encontradas na gelatina! Porém, para evitar o consumo de edulcorantes artificiais (os adoçantes) e corantes, mais adequado é o uso da gelatina sem sabor com uma fruta.

- Vitamina C: Encontrada nas frutas cítricas: limão, maracujá, acerola, laranja. Também presente no tomate, kiwi, morango, goiaba, pimentão, salsa.

- Zinco: Está presente nos alimentos ricos em proteínas, principalmente os de origem animal (carnes magras – peixe e frango, leite e derivados), pois o zinco de origem da proteína vegetal (amendoim, feijão, soja, lentilha, ervilha, nozes e cereais integrais), não é tão bem aproveitado quanto o de origem animal.

- Manganês: Muito encontrado nas frutas oleaginosas (amendoim, castanhas, nozes), nas farinhas e cereais integrais, chá preto e chá verde, espinafre, batata doce, abacaxi.

- Cobre: Encontrados nas frutas secas (damasco, figo secos, ameixa), cacau, vegetais folhosos escuros, grãos integrais, nozes, batatas, frutos do mar.

- Silício: Presente na cevada, feijões, aveia, salsa e avelã.

Caso haja mais dúvidas, procure um nutricionista mais próximo de você e um bom educador
físico!
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Cardápio Pós Carnaval



Por Dra. Adriele Barcelos



Um período crítico para quem se preocupa com o peso é final de ano até o pós carnaval. 

Nesses meses é comum abusarmos dos alimentos ricos em gorduras, açúcar e aditivos químicos. Esse exagero acaba intoxicando o organismo, sendo refletido não apenas na balança com o ganho de peso, mas pode interferir também, no funcionamento da tireoide, glândula responsável pelo ritmo do nosso metabolismo, deixando-o mais lento, com isso o organismo tende a demorar mais tempo para perceber que está saciado. É comum apresentarmos, intestino preso, alergias, inchaço, dores de cabeça, indisposição, mau humor e erupções cutâneas.

Para ajudar a reverter esse quadro os alimentos funcionais devem ser incluídos na alimentação diária não apenas de forma esporádica, pois estes podem nutrir e, ao mesmo tempo, desintoxicar, promovendo uma faxina interna e revitalização dos órgãos do nosso corpo. Quando substituímos a alimentação rica em gorduras, açúcares, etc., por uma alimentação rica em frutas, vegetais, proteína magra os benefícios são inúmeros. Melhora da digestão e a absorção dos alimentos, facilitando a nutrição celular, proteção do organismo da ação dos radicais livres, disposição, bom humor, pele hidratada, dentre outros.
Então após saber dos prejuízos e benefícios topam um desafio? Que tal começar ainda hoje uma dieta rica em alimentos saudáveis e deixar de lado refrigerantes, doces, enlatados, temperos e molhos industrializados. 

Topas o desafio? Abaixo segue um esquema alimentar com alimentos funcionais. A ingestão do suco desintoxicante deve ser realizada preferencialmente pela manhã por pelo menos sete dias consecutivos.

Desjejum

1 copo de suco desintoxicante (ver receita)
1 torrada integral
2 pontas de faca de ricota

Lanche da manhã
1 fruta macia (mamão, banana, figo...) c/ 1 colher (de sobremesa) de farinha de linhaça dourada triturada ou 1 copo de suco de fruta natural.

Almoço
Salada crua: 1 prato de (sobremesa) Opções: acelga, agrião, alface, almeirão, chicória, espinafre, repolho, cenoura, tomate, pimentão, beterraba, rabanete, pepino. Tempero: 1 colher (sopa) azeite de oliva + suco de 1 limão. Capriche e varie suas saladas.
Legumes refogados com alho e cebola: 3 colheres (de sopa) chuchu, couve manteiga, mostarda, abobrinha verde, repolho, vagem. Escolher apenas 1desses.
1 filé de frango ou peixe grelhado.
3 colheres (de sopa) de arroz integral com salsa
1 concha de feijão

Lanche da tarde
1 pera + 3 castanhas-do-pará

Jantar
1 prato fundo de sopa de legumes com frango desfiado

Ceia
1 xícara de chá de camomila


Receita - Suco desintoxicante

Ingredientes

1 cenoura crua

1 colher de (sopa) de salsinha

1 colher de (sopa) de couve

½ maça

150ml de água

Modo de Preparo

Bata tudo no liquidificador e sirva gelado

Dica: energético e rico em betacaroteno (bom para a pele), diurético e auxilia na circulação sanguínea, tanto quanto no combate à celulite.

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Dieta Radical visão da Nutricionista


Por Dra. Deise Dantas Barcellos


Passar uma semana a abacaxi, suco, sopa ou ovo e presunto, de fato, emagrece.  Mas como qualquer gordinho sabe muito bem, emagrecer não é o problema.  Difícil, mesmo é manter o peso estável quando se volta a comer normalmente.  E, já que ninguém vai passar o resto da vida se alimentando de abacaxi e suco, e sopa no almoço e no jantar, está formada a confusão.  Pior: com as dietas radicais, inicia-se um ciclo vicioso do engorda-emagrece (efeito sanfona) que, segundo os especialistas, é pior do que os quilinhos a mais.  Mais grave, as dietas radicais podem ser um gatilho para transtornos alimentares sérios, como a bulimia e a anorexia, doenças psiquiátricas que respectivamente atingem 1% e 4,5% da população mundial, em particular as mulheres jovens.  Para não falar da fome oculta, deficiência grave de oligoelementos, sobretudo do complexo B e da vitamina C, que, a longo prazo, pode causar doenças degenerativas, como alteração do batimento cardíaco. 
As dietas radicais possuem um adversário de peso: o próprio corpo.  Apesar de usualmente comparado a uma máquina, a verdade é que o organismo humano é mais eficiente do que o melhor dos computadores.  Uma vez que a pessoa reduz a ingestão de alimentos, o metabolismo imediatamente passa a poupar energia, abaixando o gasto energético para compensar o corte de fornecimento.  Vamos supor que uma mulher consuma 1800 calorias por dia e, não satisfeita com seu peso, resolva começar uma daquelas dietas de SPA, com cerca de 800 calorias por dia.  Ela talvez não saiba, mas seu organismo precisa de cerca de 1200 calorias para se manter vivo, o chamado metabolismo basal.  Se a moça necessita de 1200 e ela está ingerindo 800, seu corpo vai buscar na reserva as 400 calorias que faltam.  Essa compensação leva à cetose, processo que estimula a queima de calorias armazenadas na forma de gordura nas pessoas gordas.  A moça que conseguiu emagrecer depois de sua dieta radical, retoma imediatamente seus hábitos alimentares normais.  Lembre-se que o corpo dela tinha aprendido a se virar com 800 calorias diárias.  O que acontece quando ele voltar a receber 1800 calorias?  Engorda.   
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Para evitar esse iôiô maluco, deve-se fugir das dietas radicais a todo custo.  A menos que haja indicação de um profissional idôneo, não se deve seguir programas com menos de 1200 a 2000 calorias diárias (variação média indicada, respectivamente para pessoas com poucas e com muitas atividades físicas).   

Como a obesidade é uma tendência herdada, quem possui esse marcador genético precisa ter cuidado com o sobrepeso pelo resto da vida.  Aliás, a partir dos 40 anos, o organismo deixa de gastar energia com uma série de atividades (como as reprodutivas) e a mesma quantidade de alimentos adequada para a juventude pode ser excessiva.  

Dieta é para começar uma única vez e continuar por toda a vida.  A verdadeira dieta não é aquela que deixa você passar fome, mas aquela que o alimenta equilibradamente, ou seja, você deve fazer uma reeducação alimentar. Para isso, procure um NUTRICIONISTA para traçar uma dieta personalizada para você.
 

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Alimentação Dieta na Quimioterapia


Por Dra. Emanuelle Vieira – Nutricionista MG

A Quimioterapia é um tratamento que utiliza medicamentos que atuam nas células 
dos  tumores,  com  a  intenção  de  destruí-las  ou  impedir  seu  crescimento.  Porém, 
neste processo, ela atinge tanto células sadias como as anormais, fazendo com que 
apareçam  efeitos  colaterais  desagradáveis  que  muitas  vezes  prejudicam  o  bem-
estar da pessoa. 

Dentre estes efeitos colaterais podemos citar: perda de apetite, boca seca, náusea 
e  diarréia,  ou  seja,  situações  que  podem  interferir  nos  hábitos  alimentares  das 
pessoas que passam por este tratamento. 


É muito importante que a boa alimentação seja a meta não somente da pessoa que 
está em tratamento como também de toda a família. Para isto, o nutricionista deve 
elaborar um plano alimentar personalizado. 

Para  amenizar  a  sintomas  de  enjôo  e  náuseas  e prevenir  feridas  na  boca  é 
importante:
 

•evitar frituras;
•consumir  de  preferência  óleo  de  canola,  milho,  girassol  ou  soja,  em  pequena 
quantidade;
•ter sempre um prato colorido e apetitoso;
•prefira vegetais cozidos;
•fazer várias refeições ao dia, em pequenas quantidades;
•evite líquidos durante as grandes refeições;
•comer devagar e mastigar muito bem;
•evite cheiros fortes como de alimentos condimentados, excesso de ervas e frituras;
•evite deitar logo após as refeições;
•evite o consumo de alimentos duros e secos (torradas por exemplo);
•prefira alimentos em temperatura ambiente (evite os quentes ou frios demais);
•opte pelo consumo de alimentos macios e pastosos;
•reduza o consumo de sal;
•não ir de jejum a quimioterapia. Uma refeição leve é sempre indicada;
•evite o consumo de molhos gordurosos (como os à base de creme de leite);
•evite café, chá mate, preto, chocolate e coca, principalmente se tiver diarréia.

Informe-se também sobre os alimentos funcionais que podem ajudar o organismo na 
prevenção do câncer.

Emanuelle Vieira – Nutricionista
Mariana Braga Neves - Nutricionista
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Alimentação Dieta na Síndrome de Down



Por
Dra. Mariana Braga Neves - Nutricionista


Síndrome de Down é uma condição genética caracterizada pela presença de três cópias do cromossomo 21, sendo também conhecida como Trissomia do cromossoma 21. Essa condição leva ao portador a apresentar uma série de características específicas muitas das quais fazem com o que o acompanhamento nutricional auxilie na qualidade de vida do portador.

Recebe o nome em homenagem a John Langdon Down, médico britânico que descreveu a síndrome em 1862. A sua causa genética foi descoberta em 1958 pelo professor Jérôme Lejeune, que descobriu uma cópia extra do cromossoma 21.

A síndrome é caracterizada por uma combinação de diferenças maiores e menores na estrutura corporal. Geralmente a síndrome de Down está associada a algumas dificuldades de habilidade cognitiva e desenvolvimento físico, assim como de aparência facial. A síndrome de Down é geralmente identificada no nascimento. 

Os músculos do portador da Síndrome de Down apresentam uma hipotonia, condição que pode estar presente inclusive naqueles envolvidos no processo digestório. Por este motivo, a constipação intestinal é comum. Alguns portadores, especialmente crianças, têm dificuldade de mastigação. O consumo de alimentos pode ser elevado devido à dificuldade em se sentirem saciados. Por todos estes motivos, o ganho de peso é uma preocupação freqüente quando se faz o acompanhamento do portador já que este dificulta as atividades da criança (brincar, correr) e está relacionado ao agravamento de problemas cardíacos. O cuidado nutricional deve focar o controle do peso.

A educação nutricional, por meio de atividades próprias para a idade, é extremamente importante para que as crianças aprendam a se alimentar. No adulto, a reeducação alimentar também é indicada. Uma nutrição adequada evita problemas futuros e tranqüiliza a família. A incorporação de bons hábitos alimentares deve ser gradual e contínua, daí a importância do nutricionista no processo.

A avaliação nutricional inclui várias etapas. A primeira é a análise alimentar, na qual a nutricionista saberá um pouco sobre hábitos, horários, preferências e limitações. A segunda parte é destinada avaliação antropométrica na qual a nutricionista fará a aferição de peso, altura e composição corporal. As crianças com Síndrome de Down possuem, em geral, um ritmo de crescimento e desenvolvimento inferior, se comparadas às crianças não portadoras. Por isto, é importante que estas sejam avaliadas de forma específica. A análise destes dados deve ser feita pelas s curvas de crescimento específicas para a população com Síndrome de Down conhecidas como curvas de crescimento de Mustacchie de Cronk et al. 

A alimentação de portadores da Síndrome de Down segue os princípios da alimentação saudável. A dieta deve ser fracionada ao longo do dia para que sejam evitados os excessos em cada refeição. Os pais devem proporcionar um ambiente calmo e a criança deve ser a mastigar bem os alimentos e comer devagar. O trabalho com o fonoaudiólogo poderá auxiliar no processo mastigatório. As refeições devem ser equilibradas e planejadas de acordo com as características específicas como peso, estatura e após análise de exames laboratoriais. Em geral, os pratos devem ser atrativos e coloridos e deve-se incentivar o consumo de frutas, verduras e hortaliças, restringir a quantidade de massas, doces e refrigerantes.

A dieta rica em fibras é indicada não somente para controle da quantidade ingerida (já que promove saciedade) como também para auxiliar no trânsito intestinal. Deve ser acompanhada de líquidos, especialmente água e sucos naturais. 

A inclusão dos alimentos funcionais, como uva roxa, alimentos ricos em ômega 3 (peixes, linhaça) , azeite previne doenças cardiovasculares. A prática da atividade física com a dieta associada, é útil para o controle do peso.



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É caro fazer Dieta?





Por Dra. Priscila Aline de Nardo




QUANTO CUSTA ALIMERTA-SE BEM?


Infelizmente, o custo da cesta básica sumiu em 15 estados no Brasil no inicio de 2012 (DIEESE - Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), e quando se trata em alimentação saudável e variada o custo é ainda maior.
E uma triste realidade, mas o complicado é orientar e aconselhar a população, a consumir alimentos saudáveis e nutritivos, enquanto o lombo de porco custa em média 20 reais, e a picanha custa cerca de 40 reais.

Para muitas pessoas o valor do alimentos interfere nas suas escolhas, e a sua prioridade passar ser o baixo custo, e com isso, leva para casa um alimento muitas vezes cálorico, rico em gordura, sal e açúcar, tudo o que se tem como restrito em uma plano alimentar saudável.
Outro exemplo clássico e os valores de biscoitos. O que você consegue comprar para seu filho de lanche para a escola com 60 centavos?

Isso mesmo? 60 centavos? Espero que sua resposta tenha sido uma maça ou laranja, mas a realidade e outra, com esse valor é possível comprar biscoito tipo recheado, rico em gordura e açúcar e pobres em fibras. E quanto a chicletes, balas e pirulitos, 60 centavos as crianças fazem a festa, já o iogurte, o biscoito integral, o cookie, custa caro, o iogurte em médica 1 real e biscoitos integrais 2 reais.
E o leite integral e desnatado? Em muitos estabelecimentos encontramos diferença nos preços, mesma marca, mas valor superior no leite desnatado, a gelatina light e a tradicional? Todos e quaisquer alimentos light em geral são mais caros, o mesmo ocorre para chocolates amargos.

Mas as vantagens de se gastar um pouco mais e se alimentar bem são inúmera, tanto quanto em relação a saúde quanto aos gastos, pois o que você gasta a mais hoje e uma economia para o futuro, e o remédio de pressão que você não precisará, e a taxa de glicose sanguinia que você não precisará conferir diariamente, é sua alta estima, seu bem estar, sua saúde que não tem preço.

A alimentação saudável te oferece saúde.

Então não tenha dúvidas, não poupe na hora de escolher vegetais e frutas variado, escolha mudar, escolha uma vida melhor.
Consulte uma nutricionista e saiba muita mais.

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Óleo de Cártamo e Coco

Você, provavelmente, já deve ter ouvido falar no óleo de coco e no óleo de cártamo. 
Mas qual a diferença entre eles?


Os dois produtos contêm ômega-9, que é o ácido graxo oleico - o mesmo encontrado no azeite de oliva e no abacate - e que possui propriedade de metabolização da gordura corporal e também do colesterol. Ou seja, eles realmente fazem o metabolismo de gordura acelerar e, consequentemente, ajudam na queima de gordura corporal.
O fato de fazer efeito, principalmente na área da cintura, se deve também ao ômega-9, pois estudos mostram que esse ácido graxo diminui a produção de cortisol, uns dos hormônios responsáveis pela armazenagem de gordura nessa região. Para queima de gordura, sempre indico tomar o óleo 30 minutos antes e 30 minutos depois do exercício, pois a gordura será melhor metabolizada. Deixando um pouco de lado essa questão de emagrecimento, vamos a outros benefícios:

Para queima de gordura, normalmente óleo 30 minutos antes e 30 minutos depois do exercício, pois a gordura será melhor metabolizada.

Óleo de Cártamo

Rico em ácidos graxos poli-insaturados e monoinsaturados, o óleo de cártamo tem a propriedade de promover estímulos de saciedade por aumentar a leptina, hormônio resistente em obesos. Ele contém ômega-6, o ácido linoleico, que protege contra o câncer, formação de placas de colesterol nas artérias e diabetes tipo 2. Além disso, acredita-se que este ácido graxo esteja relacionado às alterações corporais promovendo redução de gordura e aumento de massa muscular, podendo estar ligado à redução do tecido adiposo e aumento da lipólise.

No entanto, o ômega-6 está em excesso na nossa dieta, já que grande parte da população consome fontes alimentares desse nutriente. Ingerimos ômega-6 quando comemos carne vermelha, óleo de soja, peixes e sementes oleaginosas. Para o ômega-6 ter esse efeito maravilhoso sobre o nosso organismo, ele precisa estar em equilíbrio com o ômega-3, do contrário, pode favorecer a inflamação subclínica no organismo, podendo desencadear sérios prejuízos à saúde como resistência insulínica, diabetes, doenças cardiovasculares, câncer e, inclusive, a obesidade, pois todas são consideradas doenças inflamatórias.

Portanto, que fique bem claro! Para o óleo de cártamo funcionar de maneira adequada, o organismo precisa estar equilibrado em relação ao ômega-3e, para isso, é preciso de ajuda de um profissional qualificado.

Óleo de Coco

Além do ômega-9, encontramos também o Triglicerídeo de Cadeia Média (TCM), que não é armazenado como forma de gordura por ser facilmente absorvido pelo intestino e, com isso, ?obriga? o organismo a utilizar a gordura acumulada como fonte de energia. Estudos apontam que o TCM ainda tem a capacidade de reduzir os níveis de LDL, balancear os níveis do bom colesterol no sangue (HDL) por apresentar fácil metabolização e baixa capacidade de oxidação.

É indicado para atletas, pessoas que queiram diminuir a quantidade de gordura corporal e tratar dislipidemias. Por ser rico em vitamina E, mantém as características de óleo sem sofrer oxidação, se tornando um potente antioxidante para o organismo, exercendo fator protetor.

O óleo de coco contém também ácido láurico, ácido graxo de cadeia média que, no corpo humano, se transforma em monolaurina. Encontrado também no leite materno, ele tem a função de exercer forte ação antibacteriana, antiviral e antiprotozoária, combatendo vários micro-organismos maléficos ao ser humando, como Cândida albicans, Citomegalovirus, Clamídia, Estreptococos, Giárdia, Helicobacter pylori, Herpes.

O ácido láurico também possui efeito termogênico, pois acelera o metabolismo, e aumenta a sensação de saciedade, contribuindo para o menor ganho de peso.

Além disso, o coco contém ácido cáprico, que se transforma no organismo em monocaprina, um composto com propriedades antimicrobianas e antivirais. Resumindo, se você quer perder gordura corporal, diminuir seu colesterol e apresenta várias recorrências de candidíase, infecção urinária e micose na pele, está na hora de usar o óleo de coco.

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Alimentos Funcionais


Por Dra. Viviane Souza Silva - Nutricionista SP

Alimentos funcionais são aqueles que produzem efeitos benéficos para a saúde e funcionamento do organismo através da atuação de um ou mais nutrientes.

Suas propriedades funcionais relacionadas à saúde podem ser provenientes de constituintes normais desses alimentos como no caso das fibras e dos antioxidantes, presentes em frutas, verduras, legumes e cereais integrais. O consumo destes alimentos deve ser regular a fim de que seus benefícios sejam alcançados. Outra dica é substituir em parte o consumo de carne bovina, embutidos e outros produtos à base deste por peixes ricos em ômega 3.
Entretanto deve-se levar em consideração, que a capacidade desses alimentos de influenciar a saúde humana depende também de vários outros fatores, como interações com outros componentes da dieta, da biodisponibilidade e da quantidade consumida, do estado físico, fatores comportamental e genética do indivíduo.
Esses alimentos somente funcionam quando fazem parte de uma dieta equilibrada, balanceada.
Exemplo de alguns alimentos funcionais:
Betacaroteno: ajuda a diminuir o risco de câncer. Quando ingerimos gorduras e proteínas, o betacaroteno se converte em vitamina A, protegendo as células do envelhecimento. Pode se encontrar na abóbora, cenoura, mamão, manga, espinafre, couve.
Isoflavonas: alivia os sintomas da menopausa. Por ter uma estrutura química parecida com a do estrógeno (hormônio feminino), alivia os efeitos de calor e cansaço da menopausa e da tensão pré-menstrual. São encontrados na soja e seus derivados.
Licopeno: está relacionado à redução do risco de câncer de próstata. No organismo age reparando ou evitando os danos dos radicais livres que alteram o DNA das células e desencadeiam o câncer. Pode ser encontrado no tomate e seus derivados, além de beterraba e pimentão.
Probióticos: são microorganismos vivos que ajudam no equilíbrio da flora intestinal. Impedem que bactérias e outros microrganismos patogênicos se proliferem no intestino. São encontrados em iogurtes e leite fermentado
Omega 3: Reduz o risco de doenças cardiovasculares. Age na redução dos níveis de triglicerídeos e do colesterol total do sangue. Pode se encontrar: peixes de água fria, como salmão e truta, sardinha, óleo de peixes, linhaça entre outros.
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